terça-feira, 10 de novembro de 2009

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

preconceito

http://www.youtube.com/watch?v=h4Et0z7KY5Q
PRETA (COM SEU JORGE)
DANIELA MERCURY



Eu sou pretaTrago a luz que vem da noiteTodos os meus santosTambém podem lhe ajudar
Basta olhar pra mim pra verPor que é que a lua brilhaBasta olhar pra mim pra verQue eu sou preta da Bahia
Eu tenho a vida no peito das cores vivasNo meu sangue o dendê se misturouTenho o fogo do suor dos andantesE a paciência do melhor caçador
Eu sou pretaVou de encontro à alegriaMinha fantasia é mostrar o que eu souVim de Pirajá cantando pra OxaláPra mostrar a cor do alá de Salvador
Eu sou preta, mãe da noite, irmã do diaSou do Cortejo Afro encantadorFilho de Ilê Ayê, Ghandi Mestre Pastinha meu amorVou misturar o que Deus não misturou
Um abraço negroUm sorriso negroTraz. felicidadeNegro sem empregoFica sem sossegoNegro é a raiz da liberdade
Negro é uma cor de respeitoNegro é inspiraçãoNegro é silêncio, é lutoNegro é a solidão
Negro que já foi escravoNegro é a voz da verdadeNegro é silêncio é a luta.Negro também é saudade
Começou com a tal escravidão.Onde todo o sacrifício era nas costas do negãoHoje ta tudo mudado e o negro ta ligado.Atrás de um futuro melhor considerado.Respeito amor dignidade atitude.Trabalho dinheiro cidadania e saúde.E para o nosso país integração.E para o nosso povo paz e união.Preta.
video

sábado, 17 de outubro de 2009

Filme :Jonas

http://www.youtube.com/watch?v=igHDBQYeR2U

sábado, 10 de outubro de 2009

Preconceito

http://www.youtube.com/watch?v=PKqSPf-hKR4
O que é currículo?

O currículo escolar reflete todas as experiências em termos de conhecimento que serão proporcionados aos alunos de um determinado curso. A origem da palavra currículo – currere (do latim) – significa carreira. Assim, o currículo escolar representa a caminhada que o aluno faz ao longo de seus estudos, implicando tanto conteúdos estudados quanto atividades realizadas sob a tutela escolar. Um currículo também pode ser definido a partir dos livros didáticos que são adotados para cada série escolar ou pode funcionar a partir de algumas diretrizes nacionais.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Currículo

Ativ7_celia_unid4


Currículo



È um documento histórico que relata a trajetória educacional ou acadêmica e as experiências profissionais de uma pessoa, como forma de demonstrar suas habilidades e competências e tem como objetivo fornecer o perfil da pessoa para um empregador e também pode ser usado como instrumento de apoio em situações acadêmicas.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O jornal na sala de aula

Jornal na sala de aula - Leitura e assunto novo todo dia
O trabalho com jornais, além de ampliar o universo dos alunos, ajuda a formar leitores competentes e torna as suas aulas mais interessantes
Agnes Augusto

Adriana, do Colégio Cristo Rei, de Marília: alunos sentem falta de notícias. Foto: Gustavo Lourenção
Em tempos de interatividade via telefone celular e internet, fazer com que as crianças se interessem pela leitura de jornais não é tarefa das mais fáceis, mas certamente é fundamental para formar leitores habituais e cidadãos bem-informados. Trazendo textos com características distintas, fotografia e recursos gráficos, os jornais são uma fonte respeitada para pesquisa e para a obtenção de informação sobre o mundo atual. Além disso, eles se modernizaram e passaram por reestruturações gráficas e editoriais para proporcionar leitura mais agradável de seu conteúdo.
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Tudo sobre
Para uma criança tomar gosto pelos periódicos, o primeiro passo é acabar com a idéia de que jornal é coisa de "gente grande". Dentro da gama variada de assuntos abordados, certamente são encontradas notícias locais ou de entretenimento que atraem também os pequenos. É importante fazer os alunos se relacionarem com o jornal como se fossem leitores comuns: eles devem manuseá-lo por inteiro (não só textos recortados), aberto sobre uma mesa, no chão ou dobrado; e buscar os cadernos que mais interessam, vendo fotos e lendo títulos, subtítulos e o início de cada reportagem, para saber se vale seguir até o final. "É comum a pessoa iniciar a leitura pela área de que mais gosta, mas isso não significa que ela irá até o fim do texto", afirma Maria José Nóbrega, consultora de Língua Portuguesa. Informação total Apresentar textos cortados, sem referências nem ilustrações - prática comum em livros didáticos - , não é uma maneira eficaz de formar leitores de jornal. Maria Alice Faria, professora aposentada da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Assis, explica que o contexto da edição e da publicação traz informações importantes, que são ocultadas quando se destaca apenas um pedaço. "O professor deve levar jornais inteiros para a sala de aula, mesmo que antigos, pois nem todos os alunos têm acesso a ele ou intimidade com esse meio de comunicação", completa. Juvenal Zanchetta Jr., professor da Unesp de Marília e parceiro de Maria Alice na elaboração de obras sobre o tema, diz que o trabalho com o jornal deve ser permanente: "Aos poucos, essa atividade se torna mais complexa com a ampliação da capacidade de leitura dos alunos". Os menores começam identificando a estrutura da mídia e dos textos nela publicados, redigindo pequenas notas. Da 4ª série em diante, eles já podem fazer um produto semelhante. Depois da 5ª, é possível chamar a atenção da turma para as opções políticas e ideológicas de cada publicação, comparando o tratamento dado a um mesmo fato em diferentes jornais. Antes de começar qualquer trabalho, porém, o professor precisa buscar informação sobre os jornais em estudos desenvolvidos na área e conhecer um pouco da linguagem gráfica (veja sugestões de leitura no quadro Quer saber mais?). É comum ver professores e alunos frustrados com o exercício de fazer jornal na escola, pois a expectativa que se cria em torno desse tipo de atividade é muito grande. "A atividade deve ser um meio e não um fim", explica Zanchetta. "Serve para o professor estimular os alunos a escrever, a argumentar, a trabalhar em grupo, entre outras questões." Na produção com turmas de séries iniciais, é preciso levar em conta que a diversidade de gêneros pode confundir os alunos. "Se a edição é feita por uma só turma, produzir um boletim apenas com textos informativos é mais produtivo do que explorar, ao mesmo tempo, os diversos gêneros", ressalva a professora Celina Bruniera, consultora para o ensino de línguas e selecionadora do Prêmio Victor Civita Professor Nota 10. Aprender a ler notícias Adriana Pastorello, professora da 4ª série do Colégio Cristo Rei, em Marília, no interior de São Paulo, trabalha há dois anos com jornais em sala de aula. Durante os primeiros meses, ela faz um trabalho de sensibilização com a criançada. "Peço para a bibliotecária guardar exemplares durante as férias e, nas aulas iniciais, distribuo um para cada aluno", conta. Apesar da resistência dos pequenos dizendo que "jornal é coisa de velho", que "suja a mão" ou que "tem palavras difíceis", Adriana apresenta o produto, ensinando-os a manipulá-lo, a dobrá-lo, a diferenciar os cadernos, a ver as fotos, as legendas, as manchetes, os títulos e as colunas. Em seguida, ela coloca a abertura da reportagem - o lide (leia quadro O Jargão Jornalístico) - em um retroprojetor e explica que ele é formado por seis questões básicas: o quê, quem, quando, onde, como e por quê. Seguindo o texto, a turma encontra nos primeiros parágrafos - se a reportagem estiver bem escrita - as respostas para essas perguntas. O próximo passo é rascunhar, em grupo, um lide sobre um fato ocorrido na escola. Na etapa posterior, Adriana pede para os alunos lerem todos os dias uma notícia em casa ou na biblioteca da escola, que recebe dois jornais de circulação nacional e dois de interesse local. Em classe, a professora escolhe alguns estudantes para contar aos colegas o que leram. "Normalmente eles procuram notícias sobre assuntos já estudados em sala de aula ou que tenham relação com a cidade", exemplifica. Mídias comparadas Além de discutir os fatos com as crianças, Adriana compara a leitura do jornal com sua versão na internet (as crianças preferem ler no papel, por ser mais fácil encontrar as notícias), discute a diagramação (o motivo pelo qual uma notícia aparece em cima e outra embaixo da página, em títulos com letras maiores ou menores) e aborda as diferentes maneiras de tratar o mesmo tema — comparando com outras publicações ou com telejornais. Ela aponta ainda as diferenças entre os vários gêneros textuais (artigo, reportagem, classificados, horóscopo etc.). "No início, eu tive dúvida sobre o sucesso dessa atividade", confessa Adriana. Hoje, ela admite que, no final de cada ano, seus alunos se tornam leitores habituais de jornal e até sentem falta de notícias novas todos os dias. A experiência de Mônica Gouvêa França Pereira, professora da 4ª série do Colégio Santa Cruz, na capital paulista, avança para a edição de um jornal depois de todo o trabalho de análise, de comparação e de discussão do texto jornalístico. O "Jornal do Santa" nasce no mural de cortiça da classe, que é dividido em seções - como se fossem os cadernos dos jornais comuns. Lá os alunos fixam notícias que trazem de casa antes de discuti-las com os colegas. Ao partir para a produção, ela chama a atenção para três aspectos do texto jornalístico: a linguagem direta; os tempos verbais utilizados nos títulos, textos e legendas; e a estrutura da notícia (abertura, desenvolvimento e conclusão). Por fim, discute-se o perfil do futuro leitor da publicação, no caso, colegas, pais, professores e funcionários. Montadas as equipes de reportagem (grupos de quatro), começam as reuniões para a definição de pautas, geralmente relacionadas à comunidade e ao comportamento dos alunos. Tabelas e gráficos também entram nas reportagens, utilizando-se aí conhecimentos de Matemática, na área do tratamento da informação. Na aula de Inglês, as crianças elaboram a seção de divertimento, chamada fun pages, com cruzadinhas, caça-palavras e jogos em inglês. Formam-se duplas de redatores (que vão apurar, pesquisar e redigir) e de diretores de arte (responsáveis pelas fotos, ilustrações, gráficos, diagramação, revisão do texto, além de auxiliar na escolha de olho, título e legenda). Cada equipe assina a página que elaborou. Na hora da diagramação, a professora coloca uma folha de papel A3 (29,7cm x 42cm) no quadro-negro. Os alunos colam as fotos e os textos feitos em computador nos lugares onde desejam que o material seja publicado. Esse rascunho é encaminhado para o departamento de informática da escola. Lá, uma diagramadora monta tudo no Page Maker, um programa de computador específico para esse trabalho. A edição é impressa em uma gráfica contratada para esse fim. O resultado é um jornal com 64 páginas e cinco cadernos (Comportamento, Cotidiano, Santa Cruz, Cultura e Turismo). Detalhe: as crianças da 3ª série fazem as matérias de Turismo e as da 2ª os Classificados. "Um trabalho como esse desenvolve a autonomia das crianças, tornando-as verdadeiros alunos-repórteres, e as desperta para a importância da leitura periódica de jornal", comemora Mônica. Os 1800 exemplares do jornal são enviados em dezembro para a casa de todos os alunos.
FAZENDO O PRÓPRIO JORNAL Ao produzir um jornal em sala de aula, procure não valorizar demais o produto final, pois dificilmente ele será parecido com os modelos conhecidos. Dê mais importância ao processo de produção, estimulando o uso de: - Diferentes gêneros textuais de imprensa (artigo, reportagem, fotojornalismo). - Diferentes funções e níveis de linguagem presentes nos jornais. - Noções gramaticais diversas. - Recursos de pesquisa, do trabalho coletivo e interdisciplinar. - Estratégias que ajudem a firmar a identidade dos alunos. O passo-a-passo - Defina com a turma como será o jornal: impresso (e distribuído) ou mural (afixado). - Forme grupos de trabalho com professores, alunos, funcionários e distribua responsabilidades. - Marque reuniões regulares para tomar decisões e avaliar resultados. - Defina o público para o qual se dirige a publicação. - Escolha o nome e o logotipo. - Avalie a necessidade e a disponibilidade de recursos materiais, como papel, máquinas fotográficas, gravadores para entrevista, computadores, despesas em geral (filmes, revelação, gráfica etc.), além de patrocinadores e publicidade. Conteúdos e seções O perfil temático pode ser definido pela turma, sob a sua coordenação. Opções: - Ser porta-voz da direção da escola. - Ser porta-voz dos alunos. - Abordar temas gerais, atualidades, temáticas locais ou gerais, assuntos da escola. - Relacionar a escola à comunidade. - Debater temas "quentes". - Promover entretenimento. Projeto gráfico É o que vai definir a cara do jornal. Para isso, a turma deve: - Analisar o projeto gráfico de outros jornais e elaborar um específico para o jornal da escola. - Criar uma identidade visual, ou seja, escolher o tipo das letras para os títulos, textos e legendas, o uso ou não de cores — e quais; o uso ou não de ilustrações etc. - Estabelecer as seções que aparecerão sempre no mesmo espaço. - Indicar em um quadro a relação dos responsáveis pela produção e pela realização do jornal (o expediente). Evite - Transformar o jornal em apostila de aula ou em páginas grampeadas. Jornais devem ter visual e linguagem próprios. - Utilizar linguagens específicas dos gêneros jornalísticos. - Usar lugares-comuns, como o excesso de piadas, de textos pessoais de alunos, poesias, em vez de trazer coisas novas. Quadro preparado por Maria Alice Faria e Juvenal Zanchetta Jr

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

Inclusão na sala de aula

A Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down vem por meio dessa discordar do pronunciamento do Senador Flávio Arns, nesse dia 14 de julho de 2009. Novamente o Senador se manifesta contra a “Educação” em conformidade ao que preconiza a Constituição Federal de 1988, e contraria os princípios fundamentais da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda Constitucional.
Perguntamos ao Senador como construir uma sociedade inclusiva sem a convivência na sala de aula e o sentimento de pertencer a mesma geração, e ainda por que pessoas com deficiência intelectual,atualmente com maior acesso ao AEE- Atendimento Educacional Especializado, não deveriam usufruir do direito adquirido à educação inclusiva.
Preferencialmente precisamos ajudar a diminuir as barreiras da segregação e acabar com as causas do preconceito. Preferencialmente esperamos que os Senadores do nosso país estejam conosco exigindo educação de qualidade para Todos (as), nos mesmos espaços, e lutem conosco para que crianças e adolescentes tenham acesso as salas de recursos multifuncionais em seus estados e municípios.
Como mães e pais, precisamos e queremos que nossos filhos cresçam sem segregação, não pensamos apenas no hoje, mas também no amanhã, quando pode ser que precisem de mais recursos e apoios e talvez não estejamos presentes. Precisamos sim que os Senadores lutem pelo futuro e presente dos nossos filhos, e entre outras coisas, o acesso ao trabalho, ao lazer, à cultura, à informação, ao envelhecimento com dignidade, está diretamente relacionado com a educação inclusiva, que deve ser para alunos e alunas, com e sem deficiência e sem restrições, independente de classe, cultura, religião, orientação sexual, etnia, etc.
O AEE pode acontecer fora da escola regular e preferencialmente dentro dela, mas todas as crianças tem o direito inquestionável e indisponível à educação e a estudar e crescer com os seus pares com e sem deficiência dentro da classe comum da escola regular.
De fato, precisávamos mesmo de uma SEESP/MEC ativa, que trabalhasse direta e ativamente pela educação inclusiva de qualidade e de acordo com a nossa Lei maior. A construção da educação inclusiva depende do Governo, da sociedade civil, do apoio da classe política e precisa o quanto antes se transformar em política de Estado, e para isso pedimos o apoio do Senado Federal.
A FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE SÍNDROME DE DOWN manifesta a sua indignação com o pronunciamento do Senador Flávio Arns em um momento onde a Educação Inclusiva avança nesse país. A SEESP/MEC acompanha a sociedade brasileira em suas aspirações por uma educação para TODOS (AS) e atendendo as especificidades de cada deficiência, mas à parte disso, acreditamos que essa convivência é indispensável para que no futuro possamos usufruir de uma sociedade livre de preconceito e discriminação, onde pessoas com deficiência naturalmente estarão nas salas de aula e em todos os espaços da sociedade, como deve ser.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A importância da informática na Educação Infantil

A importância da informática na Educação Infantil
Desde pequenos temos contato com a tecnologia. Tudo que nos rodeia é pura tecnologia. Sendo assim torna-se imprescindível abrirmos nossos horizontes para as formas mais eficazes de aprender a lidar com todas as inovações que estão surgindo no mercado. O computador é uma tecnologia de extrema importância para todos nós e desde pequenas as crianças são atraídas e fascinadas por ele. Nós educadores, devemos então tornar este aprendizado prazeroso valendo-se de diversos recursos para que a criança seja instigada a pensar e agir, utilizando-se da máquina como um acessório de grande valia para o desenvolvimento de sua aprendizagem. A escola então tem um papel fundamental na construção do uso desta tecnologia. Quando a Informática Educativa é bem planejada e implantada, a criança só tem a ganhar ao trabalhar com jogos, ou qualquer outro tipo de software que lhe dê possibilidades de aprofundar, reelaborar, ou até iniciar a construção de um conhecimento inserido em um contexto que respeite o seu processo de desenvolvimento e por conseguinte esteja em consonância com os objetivos próprios da escola de educação infantil.
O interesse pela sala de informática já é uma realidade na Escola Estadual Carlos Irigaray Filho de Alto Taquari. Os professores tem trazido constantemente seus alunos na sala de informática para pesquisas, jogos educativos e praticarem exercícios online, etc.
Isso tem representado muitas diferenças na educação e aprendizagem das crianças.
Reila Maria de C. Oliveira – reimar.educa@gmail.com
Professora Responsável pelo Laboratório de Informática

Minha aula

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Eu pude observar o interesse dos alunos pelas fábulas.A maioria dos alunos se comportaram muito bem durante as atividades.Constatei apenas dois alunos com dificuldades de interpretação.

Realizaram suas atividades com facilidade e criatividade respeitando o tempo de cada um.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

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wikcionario

É um complemento para todo o conteúdo aberto da
enciclopédia disponível em 172 línguas diferentes.
É escrito por voluntários que usam o software wiki, permitindo que os artigos possam ser alterados e modificados por quase todas as pessoas de acesso ao site.
Trata-se de um nome oficial apenas da versão em língua portuguesa de um projeto originalmente de língua inglesa, no qual chama-se wiktionary.
Ativ10_celia_unid2

Wikipédia é uma enciclopédia online livre colaborativa, ou
seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de
diversas regiões do Brasil.É maravilhoso compartilhar a
quantidade de informações neste site, sobre os mais variados
assuntos.Achei muito interessante os métodos alternativos que
oferece.Com certeza vou utilizá-la muito.

sábado, 15 de agosto de 2009

Veja o Poder de Deus

video


A Flor da Honestidade
Orson Peter Carrara



Nos tempos de príncipes, castelos e reis, havia um príncipe que deveria suceder o rei e a condição exigida era que fosse casado. Resolveu então promover uma grande festa para escolher a futura esposa. Conclamou todas as jovens "casadouras" para uma recepção no palácio.
Dentre tantas moças interessadas em se tornarem rainhas, uma delas - que amava o príncipe em silêncio -, de origem humilde e muito pobre confidenciou à mãe a vontade de ir a festa, embora soubesse que não teria chance em virtude da forte concorrência de outras mulheres mais belas e em melhores condições sociais.
Chegou o grande dia. Mulheres belíssimas, em trajes impecáveis compareceram à recepção. Nossa personagem humilde também foi com o único intuito de ficar próximo ao príncipe, vê-lo mais de perto. Apenas isso.
O príncipe ofereceu rica recepção, cumprimentou todas as moças e ao final da festa anunciou que entregaria a todas as candidatas uma semente de flor para que plantassem e voltassem todas daí a seis meses com a flor cultivada e ele escolheria aquela que trouxesse a mais bela flor, que significaria o fruto do amor e dos cuidados com que cuidariam da valiosa planta.
A silenciosa moça que o amava a distância e em silêncio cuidou da semente com o maior amor. Passou o tempo: dois, três, seis meses e nada da planta nascer... Por mais que cuidasse do pequeno vaso onde depositou a semente, jamais ela deu sinal de vida.
No dia marcado para a nova recepção sua mãe pediu que desistisse de ir à festa pois o que levaria já que a planta não houvera nascido. Ela respondeu que embora não tivesse nenhuma chance iria novamente apenas para ver o príncipe pela última vez e poder ser cumprimentada por ele, olhar em seus olhos... Enfim, os "mistérios do amor"...
Na festa, as mais belas mulheres, trajadas novamente em vestidos lindos, apresentavam nas mãos pequenos vasos com as mais lindas flores, de todas as cores, tamanhos e formatos. Somente nossa conhecida personagem levou o vaso apenas com a terra cultivada, sem nenhuma planta...
O príncipe cumprimentou todas as moças, observou todas as flores. Ao final, diante da enorme expectativa e surpresa de todos os participantes da festa sobre qual seria a moça escolhida, o príncipe escolheu exatamente a moça com o vaso vazio. Perplexo o público quis saber. Afinal ele dissera que escolheria a moça que lhe trouxesse a mais bela flor e agora ficara com a moça que não trouxera flor alguma.
E ele explicou:
Somente ela é digna de casar-se com um príncipe e tornar-se rainha. Foi a única honesta de todas as candidatas, pois todas as sementes que entreguei na festa anterior eram estéreis.
Nada mais tenho a dizer... O texto de autor desconhecido faz pensar.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

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Escola Estadual Carlos Irigaray Filho
Alto Taquari, 11 de agosto de 2009

Professoras:
Célia Bastista Trento
Marta Bezerra da Rocha
Maria Joseane de Lima Silva



Aula de Língua Portuguesa

Fábulas

Esta aula realizada com alunos da 3.ª fase do 1º ciclo

Total de alunos: 27

Objetivo geral: Refletir sobre valores éticos para a construção de uma sociedade mais justa, contribuindo com a formação de leitores ativos, capazes de produzir textos coerentes coesos e adequados aos gêneros estudados (narrativo, descritivo, argumentativo), ajudando o aluno a expressar-se nas diversas linguagens.

Metodologia:
Trabalhar em dupla;
Leitura de fábulas;
Reconto das fábulas;
Produção e Interpretação Textual;
Reflexão de alguns aspectos da nossa vida através das “fabulas”;
Confecção da Lebre e a Tartaruga com massa de modelar;
História em quadrinhos.


Duração das Atividades: uma semana

Recursos Materiais:
Livros de Fábulas;
Internet;
Lousa;
Giz;
Lápis de cor;
Massa de modelar;
Sulfite


Desenvolvimento

1- Conversar sobre a importância da escuta e sobre o ouvir histórias;
2- Levar as crianças no laboratório de informática para entrar no meu blog onde eles utilizarão da ferramenta hipertexto com diferentes trajetos para melhor compreensão das informações facilitadas pelo computador.
3- Perguntar aos alunos o que é fábula. Em seguida eles irão ler algumas fábulas. Porém a fábula a ser trabalhada será “A tartaruga e a Lebre” .
4- Fazer um link da palavra tartaruga, onde poderão obter várias informações a respeito do animal.
5- Fazer a interpretação da história lida, de forma oral e escrita.
6- Reescrever a fábula da tartaruga a da lebre em forma de uma história em quadrinhos.


Avaliação: Identificar o avanço de cada dupla durante a realização das atividades, através da escrita e produção de texto, observando as habilidades de cada um.

A lebre e a tartaruga


Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

DESCOBRIMENTO DO BRASIL
História do Brasil Colônia, a história do descobrimento do Brasil, os primeiros contatos entre portugueses e índios, o escambo, a exploração do pau-brasil
Primeiros contatos entre portugueses e índios
Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.
.
Hipertexto



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda a informações que estendem ou complementam o texto principal.

Atividades unidade 2

Ativ1_ unid2

A atividade propõe que cada cursista navegue em hipertexto e, em seguida, troque impressões com seus colegas de dupla. Depois, cabe a você reunir todo o grupo para uma discussão da experiência. Poste também no blog as atividades postadas na BIBLIOTECA.
Ativ2_unid2

A atividade provoca os cursistas para outra nova experiência: que tal aprender sobre hipertexto por meio de hipertexto? A idéia é navegar pela página da Wikipédia que trata de hipertexto. Ao terminar a navegação, escreva um pequeno texto de 250 a 300 palavras relatando suas impressões. Deve publicá-lo na BIBLIOTECA do curso, material do aluno no tema: Atividade 2.2, no subtema: Coisas importantes e significativas.Após a conclusão da atividade, converse com os colegas sobre a experiência que viveram. O texto da unidade apresenta algumas perguntas instigadoras do debate, mas não é necessário que os cursistas respondam efetivamente.Ativ3_unid2Ao longo da atividade 3, o cursista é levado passo a passo a construir um hipertexto e, no fim, a salvá-lo em sua pasta, colocando-o disponível para ser lido e comentado pelos colegas na área de compartilhamento de produções(blog). Publique-o na BIBLIOTECA no tema: Atividade 2.3, no subtema: Impressões sobre experiências de navegação.

Ativ4_unid2

O cursista deverá dirigir-se ao ambiente de compartilhamento de produções e escolha, leia e comente alguns trabalhos dos colegas no FÓRUM, tema: Impressões sobre experiências de navegação. Depois deverá rever o seu próprio trabalho, aceitando ou refutando as críticas dos colegas e, se julgar pertinente, modificando seu texto original.

Ativ5_unid2Essa atividade é a criação de portfólio, que no nosso caso é o blog.Postar no fórum o endereço do seu blog.

Ativ6_unid2

Nesta atividade, em dupla ou trio, planejem usar, em sala de aula, al
guns dos recursos aprendidos nas semanas anteriores. Sugerem-se exemplos de atividades, como criação de paginas pessoais com links para coisas que tenham interesse na internet ou navegação e pesquisa na Internet. Para esta atividade indicamos duas leituras:a) O texto Leituras sobre hipertexto. Disponível em http://www.ufpe.br/nehte/artigos/Leituras%20sobre%20hipertexto.pdf b) Contornos arquitetônicos – parte de um hipertexto criado por Maria Helena Pereira Dias que descreve com algum detalhe o que é um hipertexto e discute sua utilização no contexto educacional. Disponível em: http://www.unicamp.br/~hans/mh/arquitet.html Para planejar a atividade, não esqueça que devem constar do planejamento:a) Objetivos de aprendizagem – o que se pretende que os alunos venham a ser capazes de fazer após a atividade;b) Atividades – as etapas das atividades, que devem ser claramente definidas;c) Recursos necessários – identificação e listagem dos recursos necessários, disponibilidade para uso, como utilizá-los;d) Citar as competências e conhecimentos prévios – dos alunos necessários para participar da atividade;e) Formas de avaliação – como será verificado se a atividade atingiu seu objetivo?Esta atividade será salva por ex: ativ6_reila_unid2, a mesma deve ser postada na Biblioteca, Material do Aluno, tema: Atividade 6, subtema: Planejando atividades com hipertexto. Vá ao Fórum: Análise dos trabalhos dos colegas, e analise o trabalho de um grupo.